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Digital Mundo Mira Ira
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O Que Somos

Mira Ira, é o nome fantasia de uma atividade multidisciplinar, interdisciplinar, transdisciplinar e interinstitucional funcionando no IFCE no campus Fortaleza em forma de laboratório onde se desenvolvem várias experiências. É um Laboratório híbrido estando no Ensino, Pesquisa e Extensão do IFCE desde 1982, trabalhando em prol do conhecimento, reconhecimento, difusão e dinamização da cultura popular e tradicional brasileira, principalmente no que diz respeito aos usos e costumes do povo cearense.

No SigProext está cadastrado como um programa de Extensão. Infelizmente este sistema não oportuniza o registro de programas desta dimensão e por isto o Miraira está no sistema no tamanho que este permite. Reconhecendo o Miraira como uma atividade hibrida como ação de Extensão, Pesquisa e Ensino

Extensão: agrega alunos do IFCE e comunidade da Grande Fortaleza e entorno tendo hoje integrantes de Cascavel, Pindoretama, Pacajús, Caucaia além da capital. Compartilha/compartilhou de forma artística suas experiências em palcos e demais espaços em Fortaleza e em estados como: Paraná, Brasília, Goiás, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Maranhão, Pará e Espírito Santo e no Ceará já se apresentou em Tianguá, Trairi, Pacatuba, Pentecoste, Maranguape, Ubajara, Pedra Branca, Icó, Icapuí, Piracima, Quixelô, Cedro, Santana do Acaraú, Chorozinho, Apuiarés, Sobral, Quixadá, Cascavel entre outras cidades.

Pesquisa: desde 1982 nosso trabalho se fundamentou em estudos multidisciplinares pelas relações que nossas práticas têm com a história, geografia, arte, patrimônio, antropologia, etnografia, Biodiversidade sustentável, etc. Porém, somente a partir de 2003 organizamos essa pesquisa de forma acadêmica e passamos a registrar nossos trabalhos de investigação científica no DGP – Diretório dos grupos de pesquisa do Brasil (lattes) onde estamos com o nome de: Grupo de estudos em Cultura Folclórica.

Acesso disponível em http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5963583485741248

Ensino: Nossas aulas ensaios são revestidas de planejamento anual individual (professores) e coletivo (grupo) e possui sistemática de acompanhamento de frequência e acompanhamento avaliativo de desempenho de cada um na função em que ocupa. Todo semestre oferecemos além de participação livre como extensão nas aulas ensaios, oportunidades de participação nas atividades em forma de laboratório experimental como: a) LPCT (Laboratório de Práticas Culturais Tradicionais) optativa para alunos Licenciatura em Teatro; b) LPC – Laboratório de prática de conjunto para alunos Técnico em música e METAV (Matrizes Estéticas da Tradição em Artes Visuais) optativa para alunos da Licenciatura em Artes Visuais). Utilizamos folha de chamada com registro sistemático de frequência em todos nossos ensaios/aulas.


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Quem Somos

Circe Macena Circe Macena

Atriz e dançarina licenciada em Teatro. Cursando Especialização em Artes, pesquisadora do Grupo de Estudos em Cultura Folclórica Aplicada IFCE/CNPQ e monitora de Ensaios do Grupo MiraIra Laboratário de Práticas Culturais Tradicionais, onde atua desde 1997. Atriz e diretora do Teatro Par. Atualmente desenvolve ações educativas para reconhecimento do patrimônio imaterial por meio de pratica de brincadeira, folias, danças e pesquisas na área de Etnocenologia, Performatividade e Matrizes Tradicionais Culturais.


Alice Rocha Alice Rocha

Aluna de Direito pela Estácio FIC, participante do Grupo Mira Ira e de outros com a Quadrilha Junina Tradição Teatro Coletivo Berimbelo e trabalha com danças populares, regionais e culturais.
Erlyson Ferreira

Erlyson Ferreira, Graduando em Licenciatura em Teatro. Possui habilidades com interpretação propriamente o canto Cênico. Atualmente atua no grupo como vocalista. Faz parte do grupo de pesquisa e mapeamento cultural da cidade de Eusébio, onde o mesmo é agente cultural.
Erlyson Ferreira
Francisco Cosme Andrade Francisco Cosme Andrade

Aluno do IFCE(Instituto Federal do Ceará) em Instrumento musical(Flauta transversal). Participa do grupo de extensão MiraIra como integrante do vocal. Participou de experimentos com dança no Teatro José de Alencar. Canta música popular brasileira e italiana. Tem experiências com Artes Cênicas, ator, diretor e cantor. Trabalha também com artes plásticas (esculturas, pinturas em tela e artesanato), e também com designer gráfico.
Francisco José

Graduando em Licenciatura em Educação Física, possui grande experiência em danças populares desde 1997 no Grupo Mira Ira como dançarino. Atua como facilitador nas escolas de Fortaleza com o conteúdo de danças populares e educador físico das escolas privadas em Caucaia.
Francisco José
Krislayne Alexandria Krislayne Alexandria

Participante do grupo MiraIra , é brincante no Maracatu Nação Iracema. 28 anos.
Marco Candéa

Técnico de enfermagem e cursando Licenciatura em Teatro pelo IFCE. Foi brincante da quadrilha Flor do Sertão nos anos de 2014 e 2015 e dançarino de swingueira.
Marco Candéa
Nayana de Castro Nayana de Castro

Graduada em Licenciatura em Dança pela UFC e tecnóloga em Gestão Desportiva e de Lazer pelo IFCE. Possui especialização em Arte e Educação pelo Instituto Plus. Integrante da Cia. Anagrama de Dança.
Rony Cardoso

Graduando em Português/Licenciatura, possui uma grande experiência em danças populares no Grupo Mira Ira desde 2010, atuando como dançarino e brincante. Professor de Inglês na Wizard.
Rony Cardoso
Tomaz Ricardo Tomaz Ricardo

Função no grupo: Dançarino, Brincante e Diretor de Material Masculino. Estou no grupo MiraIra desde 2013. Trabalho na Gráfica e Editora Pouchaim Ramos/ Estoquista. Hoje posso dizer que tenho um conhecimento mais aprofundado a respeito da cultura popular, com o verdadeiro significado de cada cultura. Sempre gostei de arte, de dança e no grupo aprendi a desenvolvê-la melhor.
Herbeson Sales

Dançarino/ator/brincante/docente. foi diretor de material do Miraira, grupo que participa desde 2011. Graduado em Licenciatura em Teatro no IFCE, pesquisador na área de matrizes populares, coreografo de quadrilha, clown, educador social brinquedista em Pindoretama-CE.
Herbeson Sales


Miraira 30 anos

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Origem

Fundado pela professora Lourdes Macena em fevereiro de 1982, por iniciativa da antiga ETFCE. Era desejo do diretor da época, Dr. César Araripe, instituir uma atividade na Escola que trabalhasse a valorização dos costumes do homem local junto ao jovem técnico. O Grupo fez sua primeira apresentação na abertura do Projeto Jangada, evento de arte e cultura desta Escola, apresentando-se com a dança São Gonçalo do Ceará, contando, então, com 16 alunos, entre vocal, instrumental e dançarinos, em março do mesmo ano.


Dessa forma, o Grupo Mira Ira - Folclore do IFCE, vem desde 1982 trabalhando em prol da difusão, dinamização da cultura popular brasileira, principalmente no que diz respeito aos usos e costumes do povo cearense. O Mira Ira, como carinhosamente é chamado, tem colocado no palco, na íntegra, os estudos e as pesquisas que vem desenvolvendo ao longo destes anos com jovens da comunidade fortalezense com o apoio do IFCE. Hoje, pela forma como aborda, incentiva, apoia e difunde o Folclore local, é considerado um dos grupos mais sérios da nossa cidade no que diz respeito à pesquisa, ao estudo do Folclore do nosso povo e ao estímulo dos saberes tradicionais na docência.

Trabalhamos com a pedagogia do encantamento buscando um envolvimento daqueles que nos veem, com as demandas que envolvem as culturas populares por meio da música, da dança, da poesia e das imagens que usamos. Criamos e mantemos o Grupo de Estudos em Cultura Folclórica Aplicada com cadastro no CNPQ desde 2003, que busca estimular o gosto pela pesquisa e estudo da cultura popular tradicional, com o objetivo de promover um reconhecimento destas e de sua importância no âmbito principalmente da educação..

Funcionamos como um laboratário de experiências e vivencias com o objetivo de favorecer uma educação patrimonial de valorização dos usos e costumes do nosso e de outros povos sem perder a noção do que realmente somos utilizando como premissa as vertentes para uma educação intercultural eficiente. Aqui aprendemos a lidar com o diferente, a conhecer o outro e principalmente, a entender e valorizar tudo o que somos.


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Repertório

Danças e Ritmos Cearenses  

Aranha

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Foi trazida para a tribo dos tremembés por Francisco Mossoró que veio do Rio Grande do Norte. É feita em roda em ritmo de baião e para a tribo é o símbolo da luta pelas suas terras, pois de acordo com eles: “o bicho aranha precisa de sua teia assim como o índio depende de sua terra para poder viver”.
Dançada pelos pescadores da praia do Mucuripe e Iguape no período momino, nas festas de reis, de Santa Terezinha e de S. Pedro. É de origem portuguesa, se vestem na cor da bandeira nacional, representam um pedido de casamento de Dona Maria Culodina com o Sr. Manoel da Balaiada.

Cana Verde

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Coco de Praia

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Dança do litoral cearense feita pelos pescadores das praias do Mucuripe, Iguape e Majorlândia e que consiste numa espécie de desafio de batidas de pés ao som da embolada. Só participam homens.
O Coco também é dançado no interior do Ceará, só que com a presença da cabocla sertaneja, já que é dançado aos pares. Apresentamos uma pequena suíte de quatro cocos pesquisados no Vale do Cariri: Roda Moenda, Siriri, Capim da Lagoa e Milindô (apenas este último é dançado por mulheres).

Coco do Cariri

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Maneiro Pau

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Dança executada com batidas de cacetes de jucá ao som de “repentes”, emboladas, tipo estrofe refrão. É dançado no Cariri (Juazeiro e Crato), em Assaré e Morada Nova.
Festa cíclica, folclórica das mais festejadas em nosso Estado. É festa de família, apresentando enfoques casamenteiros. Elementos tradicionais que mostramos: “pau da bandeira” (Festa de Santo Antonio – Barbalha -CE), comidas típicas, ritmos e danças (marcha, baião, xote, pau-de-fitas, quadrilha).

Quadro junino – Festa de Padroeiro

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Torém

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Dança da tribo dos Tremembés e seus descendentes, os caboclos de Lagoa Seca (Almofala) – Acaraú. É feita no período da colheita do caju, quando eles fazem o Mocororó (bebida fermentada desta fruta) e servem durante a manifestação. Na dança são visíveis os movimentos de bichos da fauna local e seu ritmo básico é o xote.
Dança surgida do “chiado” da chinela de sola dos cangaceiros em contato com os pedregulhos do meio da mata quando dançavam sozinhos tendo ao lado somente a sua espingarda. Focalizamos o cangaço como um verdadeiro brado de vingança contra a injustiça social e contra o esquecimento a que estavam relegados os sertões nordestinos. Mostramos a formação, vida e morte do bando de Lampião, e o amor dentro da vida difícil do bando.

Xaxado

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Folguedos  

Bumba-meu-Boi Cearense

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De origem portuguesa o Boi é dançado em todo o Brasil. O Boi Cearense tem mais ou menos o mesmo enredo dos outros Estados. Suas vestimentas não são tão ricas como no Maranhão e Parintins, no Amazonas, porém sua riqueza está no drama e no enredo, na brejeirice de suas partes. Seus personagens e bichos: Capitão, Mateus, Vaqueiro, Catirina, Rainha, Damas, Pastores, índias, Doutor, Boi, Burrinha, Jaraguá, Bode, Ema, Urubu e Caipora.
(Nau Catarineta, Marujada) Iguape-CE. Pesquisa de campo realizada na praia do Iguape em 1989 por integrantes do grupo – Mano, Ednardo, Sabão – sob orientação da Prof ª Lourdes Macena. De origem portuguesa, é um folguedo que apresenta enredo sobre efeito das grandes navegações e as lutas entre mouros e cristãos. Dançada anteriormente nas praias do Mucuripe e Iguape, hoje foi praticamente esquecido.

Fandango

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Reisado

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De origem portuguesa, é dançado no Cariri com forte influência alagoana. Se vestem a moda dos antigos gladiadores romanos, usam muitas fitas, espelhos e espadas. De acordo com o Mestre do Reisado S. Sebastião, onde pesquisamos, a luta representa a disputa de dois reinados por uma rainha.

 

Criações, Projeção Folclore  

Pisa no Pilão

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Montagem, criação, aproveitamento do folclore, focalizando o costume e o uso do pilão na cozinha brasileira, e o “bater caçula” – expressão folclórica usada para designar duas pessoas batendo no mesmo pilão, ao mesmo tempo, alternadamente.
Não é dança autêntica, é um aproveitamento do folclore, uma montagem coreográfica dando ênfase a dois tipos característicos do Ceará: o jangadeiro e a rendeira. Utilizamos trechos musicais de: “Jangadeiro” (Valden Luís). “Suíte dos Pescadores” (Dorival Caymmi), “Jangadeiro do Ceará” (Luís Assunção) e “é o meu Ceará” (Branca Rangel).

Suíte Cearense

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Vaqueiro e Vaquejada

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Quadro em homenagem ao vaqueiro e a vaquejada cearense, uma das festas mais vibrantes dos municípios de Morada Nova, Senador Pompeu, Itapebussu e outros. Utilizamos músicas de Nilo Amaro e Luiz Assunção.
[FALTA TEXTO]

Xaxado - Candeiro Encantado

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Experiências anteriores em espetáculos


1982 -Nossas Raízes

1983 -Folclore - A Sabedoria Popular

1984 -Dia do Folclore - O Show

1985 -Nossas Raízes (reprise)

1986 -... Faça Sol, Faça Chuva... Sempre Ceará

1987 -Viajando pelo Brasil

1988 -Resgate da Cultura Negra e Vida de Negro em Brasil Negro

1989 -Folclore - A Sabedoria Popular (reprise)

1990 -Ceará, Minha Terra

1991 -Rincão Gaúcho e Ceará, Minha Terra (reprise em Foz do Iguaçu)

1992 -Ceará, Terra da Luz

1995 -Nordestinagem

1996 -Mira Brasil, Dançar, Cirandar, Era uma certa vez...

1997 -Pedaços de Mim

1998 -Encanto Cearense

1999 -Mira Brasil

2000 -Bailados

2001 -Bucho chei de Ceares

2002 –Folia

2006 – Irmãos, fuertes hermanos.

2007 – Ceará: Força, Fé e Festa

2009 – Asas para voar

2012 – Guerreiros, santa folia festeira.

 


 

Apresentações em vários municípios cearenses


1986 – Tianguá

1987 – Trairi

1989 – Pacatuba

1990 – Pentecoste

1991 – Maranguape , Trairi e Ubajara

1994 – Pedra Branca, Icó

1995 – Icapuí, Pacatuba, Piracima

1997 - Quixelô e Trairi

1999 – Cedro

2000 – Santana do Acaraú

2001 – Pentecoste e Chorozinho 

2002 - Apuiarés e Tianguá

2007 – Pacatuba e Icapuí

2008 – Pentecostes

2009 – Chorozinho, Barbalha, Trairi, Paracuru, Itapipoca, Maracanaú

2012 – Sobral

2013 – Cascavel

2014 – Cedro, Quixadá

2015 - Guaramiranga


 

Apresentações em outros estados brasileiros:


1991 – Foz do Iguaçu – Paraná

1993 – Terezina – Piauí

1994 – Moreno – Pernambuco

Recife – Pernambuco

1995 – Recife – Pernambuco

1997 – Terezina - Piauí

Parnaiba – Piauí

1998  -  Cajazeiras – Paraíba e Terezina/Piauí

2000 -  Belém – Pará e Terezina/Piauí

2003 – Serra Talhada/PE e Terezina/Piauí

2006– Natal – Rio Grande do Norte

2009 – Brasília

2009 – Vitória – Espírito Santo

2011 – Goiânia (Goiás)

2016 – São Luís - MA